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Celular é mais importante que carteira

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TORONTO - Uma pesquisa revela que muitas pessoas abrem mão de suas carteiras, mas não do celular.

Mais de 30 por cento dos trabalhadores escolheriam o celular em vez da carteira, chaves, laptop ou tocador digital de música se tivessem que sair de casa por 24 horas e pudessem levar consigo apenas um objeto, é o que aponta uma pesquisa divulgada nesta terça-feira.

O estudo, conduzido pela empresa de pesquisa IDC e patrocinada pela Nortel Networks, descobriu que enquanto mais de 38 por cento dos 2.367 entrevistados escolheriam o celular, menos de 30 por cento escolheu a carteira em primeiro lugar.

Por intermédio da pesquisa, a Nortel -- maior fabricantes de equipamentos telefônicos da América do Norte -- procurou descobrir quantos trabalhadores pelo mundo podem ser definidos como "hiperconectados", aqueles que adotaram aparelhos de funções múltiplas como celulares e laptops, bem como aplicativos como e-mail ou redes sociais como o Facebook e Orkut. A resposta: 16 por cento e subindo.

A pesquisa classifica como hiperconectados pessoas como que usam pelo menos sete aparelhos para trabalho e acesso pessoal, além de pelo menos nove aplicativos como mensagens instantâneas, mensagens de texto ou conferência em web.

O país com maior porcentagem de entrevistados hiperconectados foi a China. Canadá e Emirados Árabes Unidos tiveram o menor número entre os 17 países pesquisados.

A pesquisa prevê ainda que o número desse tipo de usuário deva subir para cerca de 40 por cento em cinco anos.

Esse grupo de usuários mais fanáticos é seguido por 36 por cento dos entrevistados designados como "constantemente conectados", segundo o estudo. Esses usuários usam pelo menos quatro aparelhos e seis aplicativos.

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